Inspetor da Polícia Civil morto a tiro é sepultado em São Gonçalo

Cerca de 30 pessoas acompanharam o cortejo em São Gonçalo. Foto: Evelen Gouvea

Morte de policial de 56 anos encontrado com tiro na altura do queixo em sua casa será investigada. Hipótese de disparo acidental durante manuseio de pistola não é descartada

Foi enterrado nesta terça-feira, no cemitério São Gonçalo, no Centro do município, o inspetor da polícia civil Adevaldo Câmara Costa Junior, de 56 anos. O policial foi encontrado morto, com um tiro no queixo, no início da tarde de segunda-feira, em sua casa, no Ponto Cem Réis, em Niterói

O sepultamento reuniu cerca de 30 pessoas, entre amigos, colegas de trabalho e familiares. Segundo o enteado da vítima, o policial militar André Onório, Adevaldo vivia um bom momento. “Ele era uma ótima pessoa, estava feliz. Estamos todos muito abalados com o que aconteceu”, disse.

Segundo o amigo de Adevaldo, o policial civil Pitágoras Ribeiro, que trabalhou com ele na 72ª DP (Mutuá) ele era um excelente profissional.

“Ele era muito querido entre os colegas policiais, todo mundo só tem coisas boas para falar dele. Sempre alegre, tratava todo mundo com carinho. Estamos todos chocados e sem conseguir entender o que aconteceu. Foi uma perda muito grande para polícia civil”, relatou.

Adevaldo morreu enquanto manuseava sua pistola calibre 40, no quarto da casa onde morava. A mulher dele foi quem o encontrou caído, já morto, sobre a cama. 

Segundo amigos, o policial havia chegado de um estande de tiros, na Ilha do Governador, onde participava de uma competição. Adevaldo estava representando a Polícia Civil no campeonato e estava entre os dez melhores atiradores do estado.

Segundo relatou o oficial da especializada, João Luiz Assis, o disparo teria atingido na altura da garganta. Ele estaria sentado na cama enquanto manuseava a pistola, como costumava fazer regularmente, segundo relatou a mulher do policial em depoimento na Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). Ela estava na cozinha terminando de fazer o almoço, quando ouviu o barulho do disparo.

De acordo com o titular da DHNSG, Wellington Vieira, nenhuma hipótese será descartada nas investigações. Uma delas é de que o policial teria se ferido acidentalmente, enquanto limpava sua pistola e acabou falecendo. 

Adevaldo estava na DH desde março deste ano e há 25 anos na polícia civil.





Fonte: http://jornal.ofluminense.com.br




Data do artigo: Qua, 19 de Setembro de 2012

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